terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Congresso Internacional de Odontologia
Entre os dias 01 e 04 de fevereiro acontece em São Paulo, no Expo Center Norte, o “35º Congresso Internacional de Odontologia”.
De acordo com o site do Congresso será o maior evento de odontologia da América Latina, responsável por proporcionar um encontro profissional e científico da mais alta qualidade e, ainda, oferece uma feira comercial que se posiciona entre as quatro que geram o maior volume de negócios em nível internacional.
A grade científica está excelente, dividida em módulos de especialidades, deixando mais fácil para que nós profissionais possamos escolher os cursos de nosso interesse.
A feira comercial, na minha opinião, é a mais completa e melhor que existe em Congressos no Brasil. Com expositores nacionais e internacionais é uma grande oportunidade de conhecermos lançamentos e adquirirmos novos produtos para o consultório.
Além disso, é um bom momento para quem gosta de reencontrar amigos. Um evento onde conseguimos unir o útil ao agradável, já que no evento teremos shows ao final dos cursos na praça de alimentação. Esse ano com a presença de Léo Maia, Nasi, Paulo Ricardo, Paula Lima e Kiko Zambianchi.
Para aqueles que já fizeram sua inscrição, nos encontramos lá.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Voltando ao trabalho
Depois de uma
temporada de férias e das festas de final de ano, é hora de voltar ao trabalho.
Recomeçamos com a esperança de que 2017 seja um ano bem melhor que 2016, para
todos nós brasileiros.
Voltar a cuidar
do sorriso dos meus pequenos pacientes é sempre muito bom. E ainda melhor
na época de férias quando recebo os meus pacientes que não são tão
pequenos assim. Alguns já formados, exercendo a sua profissão, outros em férias
da faculdade.
Com esses
retornos me sinto muito realizada. Vejo que a prevenção odontológica é fator
fundamental para a saúde bucal. E cada um desses pacientes, já crescidos, que
retorna entenderam que o trabalho em conjunto dentista- pais- pacientes é
essencial para formação de uma Geração sem Cáries. Eles abraçaram essa causa e
colocaram como meta serem adultos sem cáries, sem restaurações.
Outro dia me
perguntaram se a crise financeira e política do Brasil havia afetado o
movimento do consultório. Sim, afetou como em todas as áreas da odontologia. Sei
que na odontopediatra foi um pouco maior, pois infelizmente nem todos os pais
valorizam os cuidados com a dentição de leite. Mas isso em tempos de crise e
sem crise. Talvez por não saberem qual a real importância desta dentição, por
acharem um gasto desnecessário. Alguns valorizam roupas mais caras, passeios,
aparência, mas para os dentinhos e a visita ao consultório não são dadas a
devida importância.
É por isso que
admiro muito todos os papais e mamães que se preocupam e que são conscientes da
sua responsabilidade com a saúde bucal da criança. Quando uma criança tem
cáries a culpa não é dela, e sim de seus cuidadores.
Faço o meu
trabalho com muito amor e me dedico em estudos para que os meus pacientes
possam ter o melhor para o seu sorriso, mas se eu não tiver a conscientização
dos responsáveis e ajuda em casa, nosso elo se rompe e não teremos o resultado
almejado.
Então, o que eu
mais desejo neste ano, são papais e mamães conscientes para que, juntos,
possamos formar Gerações sem Cáries. Bom ano para todos!!!
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Gratidão ao ano de 2016
Que a nossa caminhada em 2017 seja leve, de fraternidade, lealdade, amizade e bem-querer. O ano que está chegando ao fim não foi fácil, mas agradeço a Deus por todos os momentos de alegria e realizações, especialmente pelos aprendizados, pois é nos momentos difíceis que temos as maiores lições.
Agradeço a todos que passaram por meus cuidados no consultório, por acreditarem no meu trabalho e compromisso de buscar uma Geração sem Cáries. Cada um de vocês tem sua maneira única de ser especial. Exercer a odontopediatria me realiza.
Também quero agradecer aos pais que entendem sua ampla função de educadores e formadores de novos seres, e por isso vestiram a camisa e estão me ajudando a formar uma Geração sem Cáries.
O meu muito obrigada a minha equipe de trabalho, que é fundamental no dia a dia do consultório.
Gratidão à família maravilhosa que tenho. Aos novos amigos que encontrei e aos velhos que pude rever. Foram momentos de muita emoção onde novamente tive certeza que, o que é especial e verdadeiro não se perde com o tempo. Também preciso agradecer pela oportunidade de ter participado de vários congressos durante o ano, os quais me trouxeram conhecimento, além de amigos mais que especiais.
Peço a Deus que abençoe o novo ano!!!
Que cada um de nós possa fazer a diferença em 2017. Desperte o Novo Ano que está dentro de você, e encontre a plenitude e seja feliz.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
12º Encontro Nacional e 2º Encontro Internacional de Odontologia para Bebês
Como odontopediatra e por ter participado desse evento eu não poderia deixá-lo passar em branco, por isso resolvi resgatar o assunto. Araçatuba recebeu, no início de outubro, dentistas de todo o Brasil e também do exterior, para o 12º Encontro Nacional e 2º Encontro Internacional de Odontologia para Bebês. A comissão organizadora está de parabéns. Tudo esteve perfeito, desde a recepção dos congressistas no aeroporto, vocês foram fantásticos em tudo.
Durante os dias do Encontro tive a oportunidade em ouvir novamente o Prof. Dr. Gabriel Tilli Politano, a Profa Dra Sandra Echeverria e a Profa. Dra Maria Aparecida de A. M. Machado. E como sempre, eles me surpreenderam em suas explanações. Pela primeira vez ouvi o Prof. Dr. Mark L. Cannon, com o tema “Saúde bucal sistêmica: do pré-natal ao pré-adolescente”. Ele nos mostrou o caminho errado que o ser humano está tomando em relação ao uso de antibióticos, dietas mirabolantes e uso de conservantes. Destacou que estamos criando bactérias cada vez mais resistentes, que é preciso cautela. Estão querendo acabar com as bactérias, mas de acordo com Dr. Mark, a bactéria no lugar certo é importante e necessária. De acordo com ele, estudos recentes demonstram que muitas doenças da atualidade resultam de uma ruptura com o que foi o nosso biofilme normal (complexo bacteriano sobre o organismo).
Sabe-se que há 10 vezes mais células bacterianas sobre o corpo humano do que células humanas, as quais modulam todas as reações do nosso corpo com o meio ambiente, determinando se estas são saudáveis ou não. Um biofilme desorganizado pode favorecer o surgimento da síndrome do intestino permeável, bem como uma série de doenças sistêmicas autoimunes e imunomediadas. Em acréscimo, evidências científicas demonstraram uma relação causa-efeito entre biofilmes patogênicos e autismo, diabetes tipo II, esclerose múltipla, doença cardíaca, síndrome do intestino irritável e, possivelmente, até mesmo doença celíaca.
O desenvolvimento de biofilmes patogênicos ocorre precocemente nos indivíduos, até mesmo devido a práticas de saúde pré-natal deficientes. Entretanto, podem-se criar biofilmes benéficos, por meio da combinação com prebióticos, probióticos e suplementos. Além disso, o uso de alguns carboidratos naturais como xilitol e eritritol também contribui para a manutenção de biofilmes menos patogênicos, devido à inibição bacteriana promovida por estes. Tive a oportunidade de conhecer os probióticos e confesso que fiquei fascinada. Quero aprender muito mais.
Também pela primeira vez ouvi a Profa Dra Mariana Falcão Leal B Duprat, com o tema “Gastronomia na Primeira Infância”. De acordo com ela, infelizmente ainda se associa o doce a momentos de prazer e a demonstração de carinho. A obesidade no Brasil está aumentando e, segundo pesquisas, a cada cinco crianças obesas, quatro permanecerão obesas na vida adulta. Segundo a Dra Mariana a aceitação pelo doce é inata, não é necessário treiná-la. É muito importante estimular precocemente o treino do paladar para gostos não doces. Ela aconselha aleitamento materno exclusivo até os seis meses, com o uso dos bancos de leite em caso de impedimento. Leites artificiais somente em casos específicos. A partir dos seis meses oferecer frutas in natura, não substituí-las por suco. Incentivar o consumo de água. Ofertar os alimentos individualmente. Estimular os sentidos do bebê (tato, olfato, audição, paladar e visão).
Com o 12º Encontro Nacional e 2º Encontro Internacional de Odontologia para Bebês, finalizei minhas atualizações de 2016.
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
I Congresso Internacional da CarioBra
O “I Congresso Internacional da CarioBra” aconteceu entre os dias 29 de setembro e 01 de outubro, no hotel Sheraton, em Porto Alegre. Com a Profa. Dra. Marisa Maltz como presidente, o evento foi um sucesso, com sala lotada e cursos excelentes.
Além de proporcionar novos conhecimentos, o evento serviu para oficializar a transição da Aboprev (Associação Brasileira de Odontologia de Promoção de Saúde) para CarioBra (Sociedade Brasileira de Cariologia). A finalidade é englobar todas as especialidades relacionadas à cariologia para trabalharem em conjunto.
Pudemos assistir o Prof. Dr. Lars Bjorndal (Faculdade de Odontologia de Copenhagen, Dinamarca) desenvolveu os temas: O entendimento do processo de cárie para alcançar a melhor decisão de tratamento; e Proteção pulpar e potencial regenerativo da polpa após intervenção. O Prof. Dr. Niek Opdam (Radboud University Nijmegen, Holanda) falou sobre: Longevidade de restaurações e limitações das restaurações diretas; e Desgaste dentário: restaurar ou não restaurar? Pude ouvi-los e saber o que esta acontecendo com a odontologia em outros países, pois demonstraram técnicas e materiais que estão utilizando.
Representando o Brasil, tivemos o Prof. Dr. Fausto Mendes (USP), que abordou: Atualidades no diagnóstico de cárie; o Prof. Dr. Jaime Cury (Unicamp), falando sobre: Vantagens e limitações do flúor no controle da cárie dentária; o Prof. Dr. Edson Araujo (UFSC), que tratou sobre: Odontologia estética minimamente invasiva; e a Profa. Dra. Marisa Maltz (UFRGS), dissertando sobre: Lesões profundas de cárie - tratamento restaurador minimamente invasivo.
O Prof. Dr. Fausto, nos falou sobre a Cariologia do Século XXI que, segundo ele, deveria ser mais centrada no bem-estar e opinião dos pacientes.
O Prof. Dr. Jaime Cury relatou a importância do flúor na prevenção da cárie dental. De acordo com ele, o flúor é um tratamento não invasivo da cárie. Ele mais uma vez afirma que a cárie é açúcar dependente. No século XX a definição era que á cárie é uma doença bacteriana infecciosa e transmissível. No século XXI sabemos que ela é provocada por bactérias naturais da boca de todos quando da exposição a açucares da dieta. O Prof. Jaime relatou que a cárie não é resultado da deficiência do uso de fluoretos, porém o fluoreto é o único agente que significativamente reduz a velocidade de progressão de lesões de cárie. Ele ressalta que para um efeito máximo do controle da cárie é imprescindível que haja um controle dietético do consumo de produtos açucarados.
A Profa. Dra. Mariza Maltz, deu uma excelente aula sobre tratamentos minimamente invasivos. A odontologia atual não aceita preparos extensos sem necessidade, devemos preservar ao máximo a estrutura dental. De acordo com uma pesquisa realizada, e que a Profa. Mariza nos mostrou, chegou-se a conclusão que estratégias menos invasivas para o manejo de lesões profundas de cárie não são amplamente usadas na prática clínica na França e Alemanha. Crenças modelam as decisões de tratamento.
O Prof. Dr. Edson Araújo relatou que o uso da resina em muitos países está voltando. Estão dando preferência as restaurações de resinas ao invés de facetas. No Brasil nota-se um uso excessivo e muitas vezes desnecessário de lentes de contatos. Os profissionais devem avaliar a real necessidade da realização desse tipo de tratamento.
Participando desse evento posso afirmar que a odontologia no Brasil, nos quesitos prevenção e mínima intervenção, é fantástica. Parabéns aos nossos pesquisadores e professores.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
12º Encontro Nacional e 2º Encontro Internacional de Odontologia para Bebê
Araçatuba sediará nos dias 06 e 07 de outubro o “12º Encontro Nacional e 2º Encontro Internacional de Odontologia para Bebês”
Com a coordenação do Prof Dr Robson Frederico Cunha, da Unesp de Araçatuba, tem como tema “Integralização para a saúde do bebê”. De acordo com a coordenação, o encontro oferece ampla discussão na assistência integral em saúde para o bebê.
É a segunda vez Araçatuba sedia o evento. Mas dessa vez será bem especial, pois a Bebê Clínica de Araçatuba completa, em 2016, 20 anos de existência. Eu fiz estágio no local, logo no início de suas atividades, e foi de grande importância para a minha vida profissional.
A Bebê Clínica, de acordo com a coordenação, oferece atendimento para a população da cidade e região, com compromisso de educar os pais para gerar educação e prevenção nos bebês. Além de ser reconhecida por sua contribuição científica para o engrandecimento das pesquisas nesta área, Dr. Robson relata o oferecimento de uma assistência odontológica de natureza educativa e preventiva de alta qualidade.
A grade científica está excelente e acredito que teremos momentos de grande aprendizado, além de revermos amigos e grandes mestres da Odontologia para Bebê. Será uma oportunidade única.
Simpósio de HMI em Araraquara
Inicio parabenizando todos os envolvidos com a organização do evento. Foi perfeito!!!
Como eu já escrevi no blog em outro texto, a Hipomonineralização de molares e incisivos se tornou o maior desafio da odontopediatria atual. No momento, pesquisadores de todo o mundo tentam chegar a uma conclusão sobre a causa, prevalência, severidade e o tratamento mais adequado dessa má formação.
Nestes dois dias (16 e 17 de setembro) de Simpósio estiveram presentes representantes do Chile, Argentina, Colômbia e Brasil. Infelizmente, ainda há muito que se estudar para termos respostas mais precisas.
A Profa. Dra. Lourdes Santo Pinto, da Unesp de Araraquara, iniciou sua apresentação relatando o primeiro caso que ela teve contato com HM,I em 2002, o que a motivou a formar um grupo de estudos em Araraquara. Esse grupo teve inicio em 2008,e atualmente é responsável por 15% das publicações a respeito da HMI.
É muito difícil fazer a pesquisa, pois a maioria dos pais não se recorda com precisão de tudo que ocorreu durante a gestação e com a criança quando mais nova.
Algumas linhas de pensamento acreditam que a HMI pode ser causada devido a uma infecção que a criança teve na época da formação do dente. A dúvida é, foi a infecção ou o medicamento para combater essa infecção? Alguns estudos já demonstram que o antibiótico pode causar a má formação. Outros estudos relatam a possibilidade genética. A pessoa tem a carga genética e pode ser transferida para outra geração, e somando a influência do ambiente, pode ter a HMI.
Sabe-se hoje que, a dor independe do grau de severidade da doença.
A prevalência na Europa varia de 3,6% a 40%, na África de 2,9% a 13,7%, na Ásia 2,8% a 25,5%, na América de 6,4% a 40,2%, e na Oceania 14,9 a 44%.
Em El Cedro, na Colômbia, a prevalência é de 3,0%, em Medellín 12%. Já em Buenos Aires, na Argentina, a prevalência é 15,9%. Montevidéu é de 6,5%.
No Brasil podemos observar em Araraquara (SP) 12,3%, Pat.Paulista (SP) 14%, Botelho (MG) 19,8%, Rio de Janeiro (RJ) 40,2%, em Teresina (PI) 23,2%, Vila Velha (ES) 21 %, e Manaus (AM) 9,1%
De acordo com Profa. Tuka, o tratamento deve ser individualizado. As crianças com HMI são tratadas 10 vezes mais, devido a adesão insuficiente nesses dentes. A Profa. relata que as crianças com esta má formação podem ser mais ansiosas e apresentarem problemas de comportamento. A opção de tratamento ideal nem sempre é possível e planos alternativos devem ser considerados.
A palestrante argentina, Profa. Dra. Ana Maria Biondi, relatou que as pesquisas realizadas na Argentina não coincidem com a do grupo de Araraquara. Durante a sua palestra, ela nos mostrou as características ultraestruturais do dente com HMI. Disse que a HMI pode ser formada da 18ª semana de vida intrauterina até os 05 anos de idade.
A Profa. Dra. Maria Consuelo Fresno, do Chile, relatou que o mesmo paciente pode apresentar fluorose (alteração causada pelo excesso de flúor) e HMI. Tivemos a oportunidade de ver a Classificação Europeia, Classificação Universal e o diagnóstico diferencial de fluorose, hipoplasias, amelogênesis imperfeita e cáries.
O Prof. Dr. Alfonso Escobar Rojas, da Colômbia, relatou não haver, até o momento, nenhuma evidência científica confirmando a relação entre fluorose dentária e HMI. Eles são defeitos de esmaltes diferentes em relação à aparência clínica e patogênese. Segundo o professor, percebe-se uma diminuição da cárie dentária nos últimos 20 anos, em todo o mundo, e um aumento de dentes com defeitos de esmaltes (HMI e fluorose). Os defeitos no esmalte são cada vez mais evidentes, sendo uma preocupação entre clínicos e pesquisadores de todo o mundo.
As pesquisas no Brasil não detectaram o aparecimento da HMI com diferença nas classes sociais. Já o Chile encontrou um número maior nas pessoas de baixa renda. No Brasil, foi encontrada uma associação entre bebês prematuros e HMI. Seria um fator de risco os bebês prematuros. Já o Chile e Argentina não encontraram essa associação.
No Chile, de acordo com o Prof. Dr. Juan Diego Mejia, muitas vezes quando a criança possui os primeiros molares permanentes com HMI, eles optam pela extração dos quatro e a colocação de aparelho para que o segundo molar permanente ocupe o lugar do primeiro. Já nós, brasileiros, somos totalmente conservadores e tentamos ao máximo a preservação do dente e mantê-lo na cavidade bucal.
De acordo com a Profa. Dra. Marisa Gabrielli, os dentes com HMI possuem fibras nervosas pulpares em abundância. Muitas crianças sentem fortes dores para se alimentar ou até mesmo na hora de falarem. Na hora do tratamento, até mesmo com a anestesia a criança ainda continua sentindo dor.
O Prof. Dr. Weber Abad Ricci nos mostrou várias soluções estéticas para os casos de HMI e os protocolos clínicos.
A dificuldade que nós, profissionais, temos no momento, é a de dar uma resposta conclusiva aos pais. Eles querem saber o que foi responsável por essa má formação. Muitos não compreendem o tratamento complexo e muitas vezes insatisfatório. Eles querem uma solução imediata para a dor e para a estética. Infelizmente, algumas vezes, não podemos suprir essa expectativa dos pais. Os pesquisadores já deram grandes passos, mas ainda há muito para se estudar e conseguirmos uma resposta para a causa e um tratamento mais adequado, correspondendo aos anseios dos pais e do paciente.
Assinar:
Postagens (Atom)







