segunda-feira, 22 de junho de 2015

Férias se aproximando: vamos cuidar da saúde bucal dos nossos pequenos?


De acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, pela organização privada e sem fins lucrativos Ad Council, três em cada quatro pais admitem que seus filhos esquecem de escovar os dentes. Acredito que se essa pesquisa fosse realizada em nosso país o resultado não seria tão diferente.
Através dela também se concluiu que, apesar de a cárie ser a doença crônica mais comum na infância, a saúde bucal dos filhos não é vista como uma prioridade para os pais entrevistados.
Infelizmente, essa realidade faz com que, ainda, cheguem a nossos consultórios crianças com tratamentos curativos extensos para serem realizados. Muitos pais não fazem ideia de que problemas bucais podem interferir na saúde geral de seus filhos.
Sabemos que hoje é possível que os nossos filhos cresçam sem cáries, mas para isso é necessário disciplina. O que nós, pais, precisamos saber é que, é de nossa responsabilidade a saúde bucal dos pequenos. Se nossos filhos tiverem a doença cárie, fomos nós que falhamos.
Hoje a maioria dos pais tem uma vida atribulada, com compromissos, trabalhos e, muitas vezes, na correria do dia a dia, vencidos pelo cansaço, negligenciam os cuidados com a saúde bucal dos seus filhos.
Segundo o especialista em odontopediatria José Reinaldo Figueiredo, há estudos que mostram um percentual entre 13% e 26% de crianças com cáries em idades de zero a 36 meses. Por isso, é muito importante a visita ao odontopediatra para uma avaliação e acompanhamento, por volta dos seis meses de idade, quando começam a nascer os primeiros dentes. Outra opção é a mamãe gestante ir ao consultório para receber orientação de como cuidar da boquinha do seu bebê, antes mesmo do seu nascimento, ou procurar orientação logo depois que a criança nascer. Não devemos nos esquecer da importância da sua saúde bucal.
Uma boa orientação de um odontopediatra pode, juntamente com a colaboração dos pais em casa, garantir um sorriso saudável. É preciso que os pais entendam de uma forma clara, o que eles precisam fazer para prevenirem alguns problemas bucais. O trabalho deve ser em conjunto odontopediatra/pais.
A odontologia preventiva é a odontologia atual. Com ela evitamos que nossos filhos precisem de tratamentos, muitas vezes traumáticos, tanto para a elas como para os pais e onerosos. Segundo a Organização Mundial de Saúde a cada um dólar gastos em prevenção economizamos 33 dólares em tratamentos curativos.
Vamos ajudar nossos pequenos a crescerem sem cáries? Procure um odontopediatra da sua confiança e faça a sua parte em casa.
Aproveite as férias !!!



terça-feira, 19 de maio de 2015

Acompanhamento periódico com o odontopediatra



Para conquistar uma geração sem cárie, um profissional deve acompanhar a evolução dentária da criança. O ideal é que os pais busquem orientação de um odontopediatra antes da erupção do primeiro dentinho, o que fará com que ele nasça em um ambiente saudável. A criança deve realizar visitas periódicas ao consultório a partir do momento que aparecer o primeiro dente. A determinação do período entre cada visita dependerá da necessidade de cada paciente.

O mais indicado é que, sempre que possível, a prevenção tenha início antes mesmo do bebê nascer, com a gestante sendo informada sobre a importância de cuidar da sua saúde bucal e depois da boquinha do filho. Para a mamãe são passados, além dos cuidados com a higiene bucal, os cuidados com o aleitamento materno, alimentação, uso da chupeta, mamadeira e tudo que interfira na saúde bucal da criança que esta prestes a chegar.

Uma maneira de motivar os pais a cuidarem da boca de seus filhos é mostrar o biofilme (placa) que se forma no dente, e ensiná-los que esse é o início para formação da cárie.

Além de orientar sobre a alimentação adequada e higienização (técnica de escovação, pasta e escova de dente, fio dental), no consultório a criança será avaliada quanto a necessidade do uso de flúor e selantes (eficaz na redução da cárie oclusal).

O risco a cárie é individual e o profissional irá avaliar cada paciente para indicar o melhor tratamento preventivo. Mesmo quando o problema já está instalado, seu diagnóstico e tratamento precoces fazem toda a diferença. Quando a criança tem muita cárie na dentição decídua (de leite) é preciso paralisá-la antes da erupção dos dentes permanentes.

A cooperação entre pacientes, pais e profissionais é o que faz a diferença na prevenção da cárie. Nunca esquecendo que, mesmo com a evolução da odontologia relacionada aos materiais e as técnicas, não há nada melhor do que manter um dente íntegro.

Mais informações (17) 3234-3809
anaalbieri@ig.com. br

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Aumento do MIH em criança preocupa pesquisadores alemães


O Prof. Dr. Nobert Kramer, da Alemanha, esteve no IAPD Meeting Brazil e relatou que, de uma maneira global, há um declínio no número de crianças com cárie, mas ainda existe uma necessidade de melhora muito grande. Dr. Kramer disse que uma preocupação dos pesquisadores é o aumento de crianças com MIH (hipomineralização de molares-incisivos).

De acordo com o professor, na Bavária, 40% das crianças entre 06 e 07 anos têm lesões de cárie. Infelizmente, muitas delas conhecem o açúcar logo cedo, nas mamadeiras, sendo muito difícil mudar hábitos.

Por lá também realizam a odontologia minimamente invasiva e as evidências científicas comprovam a eficácia do tratamento. Ele relembra que o biofilme (placa) é um dos grandes responsáveis para iniciação, progressão da cárie e com consequências na atividade de cárie. Com essa odontologia, temos o objetivo de um desgaste menor nos dentes, diminuímos a necessidade de realizar tratamento de canal com os preparos mais conservadores. E com o selamento da dentina, contemos a progressão da lesão.

Durante a sua aula ele mostrou as indicações de restaurações realizadas com ionômero de vidro, resinas compostas e coroas de aço.

Na Alemanha, assim como no mundo, está aumentado o número de dentes afetados com a MIH (hipomineralização de molares-incisivos). Hoje, o odontopediatra precisa saber a diferença entre uma lesão de cárie e um dente afetado pela MIH.

Geralmente, os dentes com MIH possuem uma grande sensibilidade e, muitas vezes, até mesmo com a anestesia, essa sensibilidade não regride. O tratamento, de acordo com o Dr. Kramer, dependerá da extensão da lesão e do momento em que essa criança irá ao consultório para o tratamento. O esmalte de um dente afetado pela MIH é dez vezes menos resistente que o de um dente sadio. A extensão do dente afetado pode variar, no mesmo paciente, de um dente para o outro.

A MIH não está relacionada à genética e, segundo Dr. Kramer e alguns pesquisadores, ela está relacionada ao Bisfenol A (BPA) - composto químico encontrado na composição de plásticos e resinas, utilizados na fabricação de recipientes para alimentos, como garrafas e mamadeiras. Também está presente em películas de proteção no interior de garrafas e em latas de conservas.

Há muito a estudar e pesquisadores do mundo inteiro procuram, a cada dia, melhores tratamentos para os dentes com MIH.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Abordagem contemporânea da cárie na clínica infanto-juvenil



Durante o IAPD Brazil tive, mais uma vez, o prazer em ouvir o Prof. Dr. Fernando Borba de Araujo e, como sempre, ele foi excelente em suas explanações. Ressaltou a importância da odontopediatria, já que de acordo com as últimas pesquisas, aos 05 anos, 53,4% das crianças brasileiras tem pelo menos uma lesão de cárie.
A odontopediatria está totalmente ligada a cariologia e, unidas a dentística, procuram o melhor para manter a saúde bucal das nossas crianças.
A cada palestra que participo sobre o tema, fica bem evidente que a odontopediatria é, hoje, de mínima intervenção. Os profissionais da área necessitam de atualização para que realizem a odontopediatria inovadora, em seus pequenos pacientes, evitando procedimentos extensos, traumáticos e não necessários na odontopediatria atual. É preciso estar atualizado para realizar um diagnóstico preciso e determinar o tratamento adequado.
Sempre falo que nada melhor do que uma boquinha saudável, e que a prevenção é a atitude inteligente para que possamos prevenir a doença cárie ou diagnosticá-la precocemente.

Durante a palestra o Prof. Fernando nos mostrou o que já dizia Ericson em 2007: “o conceito da mínima intervenção envolve desde um correto diagnóstico de risco e abordagem da lesão cariosa, passando pela instituição de um TRATAMENTO NÃO INVASIVO para a paralisação da progressão doença, e por uma abordagem restauradora, removendo o MÍNIMO DE TECIDO SAUDÁVEL e utilizando materiais permanentes, até a PREVENÇÃO da recorrência da doença.”

Por que intervir minimamente?
- Para retardar a intervenção restauradora.
- Porque preparos cavitários resultam, muitas vezes, em maior desgaste de estrutura dentária sadia do que de tecido cariado.
- Pois, quanto menor a restauração, maior sua durabilidade.

Segundo o professor, os mecanismo não invasivos de controle da instalação da doença cárie seriam:
- uso regular de dentifrícios fluoretados, conforme indicação do profissional de sua confiança;
- controle de dieta;
- manutenção periódica profissional programada (Prevenção Odontológica);
- selantes preventivos e aplicação tópica de flúor pelo profissional, conforme indicação e a necessidade do paciente.

De acordo com algumas pesquisas:
- o gel fluoretado aplicado a cada seis meses reduz em 21% o incremento de cárie;
- o uso de verniz fluoretado em dentes decíduos e permanentes tem efeito substancial na inibição da lesão de cárie;
- o selamento da superfície oclusal tem efeito preventivo de cárie ao longo de 15-20 anos;
- o selamento da superfície oclusal em dentes permanentes reduz o incremento de cáries após 48 meses.

O selante tem finalidade preventiva e terapêutica. Com a atividade preventiva, ele realiza o bloqueio mecânico das fóssulas e fissuras e influência na iniciação da lesão de cárie. Já com a atividade terapêutica, ele realiza o bloqueio mecânico da lesão cariosa e isolamento do biofilme, influenciando na progressão da lesão.
Durante a palestra Dr. Fernando nos passou o diagnóstico e plano de tratamento para as lesões de cárie, com a odontologia minimamente invasiva.
O professor relatou que a presença constante de flúor no meio ambiente bucal previne o desenvolvimento, e reduz a progressão, das lesões cariosas, principalmente no esmalte, mas também na dentina, desde que haja acesso ao controle de biofilme da lesão.
Dr. Fernando finalizou, ressaltando que podemos interromper o curso das lesões cariosas ativas em esmalte e dentina superficial, principalmente se forem lesões não cavitadas. Nas lesões cavitadas em dentina, é necessário o acesso ao biofilme na tentativa de paralisar a evolução da lesão, ou ainda interferir na sua velocidade de progressão. Em ambos os casos o flúor é fundamental na tentativa de alcançarmos resultado positivo. Quando for necessária uma técnica restauradora, deve-se preservar o máximo da estrutura dental sadia, com preparos minimamente invasivos.


quarta-feira, 25 de março de 2015

IAPD BRAZIL – II Regional Meeting








Na minha profissão temos que estar atualizados para podermos levar aos nossos pequenos a melhor técnica, o melhor material, enfim, as novidades que poderão fazer do tratamento um sucesso.
Nos dia 19 e 20 de março participei, em São Paulo, do IAPD BRAZIL- II Regional Meeting e tenho que deixar registrado que o evento foi perfeito. Parabenizo o presidente Dr. Marcelo Bönecker e toda a equipe, pois fizeram desse evento um sucesso.
Os ministradores eram professores com excelente didática e puderam passar muita informação da odontopediatria nacional e internacional.
O local do evento nos proporcionou conforto e isso fez toda diferença.
Deixo um agradecimento especial a Dra Cristina Zardetto, pela atenção que me foi dada na inscrição.
Não posso deixar de citar que a odontopediatria me trouxe amigas maravilhosas e, a cada encontro, além de compartilharmos experiências profissionais, nos divertimos muito. É sempre bom reencontrar professores e amigos. A cada uma de vocês que fizeram esses dias mais especiais, um beijo grande.
“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai na companhia dos amigos, com certeza vai mais longe.”
Agradeço algumas fotos que compartilhei do Gustavo Tello Meléndez. Você registrou tudo!!! Adorei.
Em breve posts  dos cursos. No momento fotos do evento.



sábado, 14 de março de 2015

Em março tem IAPD BRAZIL – II Regional Meeting



São Paulo sedia, nos dias 19 e 20 de março, o IAPD BRAZIL – II Regional Meeting. O evento é voltado para a odontopediatria e eu já fiz minha inscrição.
Será um grande evento científico para os profissionais que atendem crianças e querem estar por dentro do que acontece com a odontopediatria nacional e internacional.
De acordo com o Dr. Marcelo Bönecker, presidente do evento, a Associação Internacional de Odontopediatria (IAPD) é uma organização reconhecida pela promoção do intercâmbio de conhecimento cientifico e saúde oral em nível mundial. Em 2013 tivemos a IAPD pela primeira vez, em seus mais de 40 anos de história, realizando o Regional Meeting no Brasil. Com tamanho sucesso será realizado
novo meeting em São Paulo com uma nova parceria entre a Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, o Centro Internacional de Ensino e Pesquisas Avançadas em Saúde, a Associação Brasileira de Odontopediatria e a Associação Paulista de Odontopediatria.
Segundo o Dr. Marcelo, eles visam desenvolver a troca de conhecimento através de palestras e debates entre grandes autoridades nacionais e internacionais e clínicos da odontopediatria, para atualização profissional. Haverá os quatro módulos centrais
e um debate, após cada módulo, para interação entre professores e participantes, no qual será abordado, no módulo inicial, a promoção da saúde oral na infância, e nos demais módulos as atuais propostas científicas ao atendimento de bebês, crianças e adolescentes visando a excelência clínica.

A programação traz as seguintes palestras e palestrantes:
- Promoção da Saúde, com Richard Watt, chefe de departamento de Saúde Pública Odontológica na Universidade de Saúde Pública UCL, Inglaterra.

- Rio acima, Meio do Rio, Rio Abaixo, com Samuel Moyses, Ph.D.  em Epidemiologia e Saúde Pública pela Universidade de Londres, Inglaterra.

- Estado de arte da Imaginologia do século XXI na Clínica Odontológica Contemporânea, com Dr. Israel Chilvarquer, professor Associado e Livre Docente da Fousp, diretor clínico do Indor Radiologia e do Instituto Branemark Bauru.

- Ortodontia precoce: manejo de espaço na dentição mista, com Jorge Luis Castillo Cevallos, presidente da  Associação Internacional de Odontopediatria (IAPD) (2013-2015), especialista em Odontopediatria e mestre em Ciências pela Universidade de Connecticut, USA.

- Materiais dentários e odontologia minimamente invasiva em Odontopediatria, com o Prof. Dr. Norbert Krämer, PhD na Universidade de Erlangen, Alemanha, presidente da Academia Europeia de Odontopediatria 2010 – 2012.

- Respiração Bucal e Odontopediatria, com Pedro Vinha, doutorando pelo programa de Otorrinolaringologia, Oftalmologia e Cirurgia Cabeça e Pescoço da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, diretor da NEOM-RB Pesquisa e Educação
em Odontologia.

- Direções futuras para o manejo de  trauma em crianças e adolescentes, com ênfase em novos materiais, ciência do desenvolvimento e ação multidisciplinar, com Monty Duggal, mestrado em Odontopediatria na Índia, chefe do Departamento de Saúde Oral da Criança – Leeds Dental Institute, Inglaterra, publicou mais de 130 artigos em periódicos internacionais.

Abordagem contemporânea da cárie na clínica infanto-juvenil: Fundamentos
e protocolos para a busca da excelência clínica, com
Fernando Borba, mestre e doutor em Odontopediatria pela FOUSP, São Paulo, professor responsável pela área de odontopediatria do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da FO. UFRGS, Porto Alegre.

Estarei presente e volto em breve com muitas novidades.



terça-feira, 10 de março de 2015

Prevenção odontológica – A realidade da odontologia para um futuro livre de cáries



Durante o CIOSP 2015 tive a oportunidade de ouvir novamente o Dr. Paulo Rédua e a Dra Flávia Konishi e, pela primeira vez, a Dra. Fernanda Nahás P. Correa.
Dr. Paulo disse que a prevenção é o futuro da odontologia e que ela deve começar no consultório. O perfil da clínica de odontopediatria deve ser voltado para a prevenção. É preciso conscientizar os pais da importância de um programa preventivo para que as crianças cresçam com uma saúde bucal satisfatória e sem a experiência de cárie.
De acordo com artigo publicado JADA, Vol 130, may 1999, 715-723, devemos enfatizar o valor das revisões odontológicas regulares, que irá beneficiar os pacientes e contribuir para a manutenção da sua saúde bucal. Vejam, a prevenção não é uma novidade é uma realidade antiga ,esse artigo é de 1999 e já podemos ter a certeza de que a prevenção é fundamental para a formação de gerações sem cáries.
O Dr. Paulo nos mostrou outro artigo de Ernesto P G. de Medeiros e Marcelo A. Galante que diz “A prevenção será a chave do futuro, pois com a acentuada ênfase em prevenção, as necessidades de restauração serão mínimas.”
A Dra. Flávia mais uma vez ressaltou a importância da orientação e do acompanhamento da gestante. Ações educativas e procedimentos de assistência à gestante com o olhar voltado para o bebê. De acordo com ela, os dentistas precisam desempenhar um papel pró-ativo na manutenção da saúde bucal durante a gestação, pois a gravidez é um momento único na vida da mulher, acompanhada por uma variedade de alterações fisiológicas, anatômicas e hormonais que podem afetar a saúde oral. Portanto não se deve negar o tratamento a uma gestante. A grande dificuldade na implantação de um serviço odontológico no pré-natal advém das crenças que decorrem da associação entre gestação e a odontologia.
Segundo a Dra. Flávia os achados são consistentes  ao demonstrarem a existência de associação entre a saúde bucal da mãe e da criança. O pré-natal odontológico nos traz a possibilidade de melhorar as chances oferecidas a toda uma geração, de nascer e crescer em saúde bucal, sem ter que suportar o peso dos problemas e tratamentos que sofreram os mais velhos.
Dra. Fernanda enfatizou a melhora na saúde bucal, mas que ainda há necessidade de muito mais. Educar o paciente e seus pais é fundamental para que a criança não tenha cárie. Essa educação deve ser contínua para que os pais não esqueçam. O SUCESSO DA PREVENÇÃO DEPENDE DA ATUAÇÃO EM CASA.
Eu sempre digo aos pais dos meus pequenos que sozinha não conseguirei manter a saúde bucal deles.
De acordo com a Dra. Fernanda o consumo de açúcar é provavelmente o indicador mais poderoso para risco de cárie em crianças que não tem exposição regular ao flúor. Há uma necessidade urgente de desenvolvimento de programas de saúde materno-infantil, onde as ações educativas e preventivas incluam a atenção a saúde bucal. (FRAIZ, 1993)
Educação nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno garantido. (Arthur Lewis)

Prevenção Odontológica – Uma atitude Inteligente, sempre!!!