quinta-feira, 31 de março de 2016
ABO do Distrito Federal leva conhecimentos aos associados
A Associação Brasileira de Odontopediatria do Distrito Federal, presidida pela Dra Odete Maria Fontes, se destaca mais uma vez. Tive a oportunidade de participar, em Brasília, do Congresso Brasileiro de Odontopediatria, em 2013, com a organização e os cursos impecáveis.
Na próxima semana, a ABO oferece aos associados e não sócios a grande oportunidade de ouvirem o Prof. Dr. Fernando Borba Araújo. Quem conhece um pouco da história do professor sabe que é um dos grandes nomes da nossa odontopediatria.
Atualmente, é professor associado da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, exercendo suas atividades docentes na área de Odontopediatria no curso de graduação (disciplinas de Introdução ao Manejo da Criança e do Adolescente e Clínica Infanto-Juvenil), como também em cursos de extensão. Participa como professor permanente no programa de pós-graduação em Odontologia da mesma Faculdade, tendo suas atividades de pesquisa concentradas, principalmente, nas áreas de Cariologia, Odontologia de Mínima Intervenção e Materiais Adesivos.
Possui experiência como docente nacional e internacional, com vários cursos ministrados dentro e fora do país.
Em Brasília, nos dias 08 e 09 de abril o Prof. estará desenvolvendo o tema “Abordagem Clínica Contemporânea da Cárie Dentária na Infância”.
Aos interessados, as inscrições poderão ser feitas através do e-mail: cursos@abodontopediatriadf.org.br
Nosso desafio, como profissionais, é sair da zona de conforto e ir em busca de atualização. Os maiores inimigos do crescimento profissional são a falta de motivação e o comodismo.
Não percam essa oportunidade de atualização!!!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Atualidades no Diagnóstico da Cárie Dentária
“Não são os mais fortes ou os mais inteligentes da espécie que sobrevivem e sim aqueles que se adaptam melhor as mudanças.” - Charles Darwin
Com esta frase o Prof. Dr. Fausto Medeiros Mendes inicio sua explanação no CIOSP 2016. Há muitos anos, a maioria das manchas nos dentes era diagnosticada como cárie e o tratamento seria a intervenção, com preparos enormes e grande desgastes dos dentes. De acordo com o Prof., nem toda mancha é cárie e não há necessidade de ser removida e restaurada.
Hoje a nossa odontologia está voltada para a mínima intervenção. Durante o exame clínico devemos ver se há presença ou ausência da cárie, se há presença de cavidade, a profundidade da lesão e se existe atividade das lesões. Quando necessário devemos usar o exame complementar radiográfico, para auxiliar no diagnóstico.
Após o diagnóstico concluído iremos traçar o plano de tratamento e preventivo adequado para o paciente. O Prof. Fausto também utiliza o índice ICDAS (International CariesDetection and Assesssment System) onde, através dos sinais clínicos encontrados é traçado um plano de tratamento individualizado.
É fundamental que o profissional esteja capacitado em fazer o diagnóstico correto e preciso, para evitar que o paciente tenha um dente restaurado sem a devida necessidade. Infelizmente, ainda temos muitos profissionais que evitam realizar um tratamento mais conservador, com o menor desgaste possível da estrutura dental.
Com esta frase o Prof. Dr. Fausto Medeiros Mendes inicio sua explanação no CIOSP 2016. Há muitos anos, a maioria das manchas nos dentes era diagnosticada como cárie e o tratamento seria a intervenção, com preparos enormes e grande desgastes dos dentes. De acordo com o Prof., nem toda mancha é cárie e não há necessidade de ser removida e restaurada.
Hoje a nossa odontologia está voltada para a mínima intervenção. Durante o exame clínico devemos ver se há presença ou ausência da cárie, se há presença de cavidade, a profundidade da lesão e se existe atividade das lesões. Quando necessário devemos usar o exame complementar radiográfico, para auxiliar no diagnóstico.
Após o diagnóstico concluído iremos traçar o plano de tratamento e preventivo adequado para o paciente. O Prof. Fausto também utiliza o índice ICDAS (International CariesDetection and Assesssment System) onde, através dos sinais clínicos encontrados é traçado um plano de tratamento individualizado.
É fundamental que o profissional esteja capacitado em fazer o diagnóstico correto e preciso, para evitar que o paciente tenha um dente restaurado sem a devida necessidade. Infelizmente, ainda temos muitos profissionais que evitam realizar um tratamento mais conservador, com o menor desgaste possível da estrutura dental.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Materiais Preventivos e Estética em Crianças Jovens
Durante o CIOSP
2016 (Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo) tive a oportunidade
de, mais uma vez, ouvir a Profª Dra Sandra Kalil Bussadori. Todas as vezes que a
ouvi fiquei fascinada pelo seu profissionalismo. Nunca sai de uma aula sua sem
ter uma novidade para levar ao meu consultório. Um dos maiores feitos da Dra
foi a idealização do “Papacarie” (elimina a dentina cariada preservando o
tecido sadio, sem a utilização de anestesia local e o uso de instrumentos
cortantes rotatórios, na maioria dos casos) do qual sou totalmente a favor e já
uso em meu consultório há muitos anos.
De acordo com a
Dra Sandra, todo odontopediatra tem que se atualizar para fazer um plano de tratamento
adequado para o seu paciente. O dentista é promotor da saúde e não apenas um
profissional que “abre e fecha buracos” causados pela cárie. É necessário
avaliar o risco individual de cada criança e o que ela necessita para que o
plano de tratamento seja adequado ao paciente. Esse plano será pautado em
evidências científicas, de acordo com o risco de cárie de cada indivíduo.
Segundo a especialista,
na primeira consulta, devemos avaliar o risco individual, o grau de erosão
dental, a dimensão vertical de oclusão, reconhecer os diferentes tipos de
manchas que podem aparecer no dente, fazer o teste salivar, verificar se o
paciente é respirador bucal, seu peso e sua altura, avaliar a presença de
lesões orais, identificar a presença de halitose, números de contatos oclusais
e hábitos orais deletérios (roer unhas, chupar dedos). Muitas crianças que
estão com mau hálito não realizam a higiene da língua ou são respiradores
bucais. Se fizermos um exame clínico e anamnese satisfatórios, poderemos
diagnosticar e traçar um plano de tratamento adequado.
Muitas crianças
estão sendo diagnosticadas com erosão dental e de acordo com a Dra Sandra, até
mesmo bebês. Devemos orientar os pais dessas crianças a esperarem de 20 a 30
minutos, depois de alimentação, para realizarem a escovação. Em pesquisas
atuais de 20% a 30% da população têm defeitos no esmalte do dente. Um dos
maiores problemas é a MIH (Hipomineralização Molar-Incisivo), já escrevi sobre
esse tema aqui no blog. O tema está sendo um desafio para pesquisadores do
mundo todo. Mesmo com a diminuição da cárie dental em crianças, ela ainda é um
grande problema a ser vencido.
De acordo com a
Dra, parte expressiva desse importante avanço na redução deve-se a medidas de
saúde pública adotadas em escala populacional, em especial aquelas com base no
uso seguro de fluoretos, bem como seu uso na prática clínica, que se tornou
corriqueira e muito útil na manutenção da saúde bucal.
A doença cárie
no panorama atual ainda se apresenta como um problema de saúde pública grave, haja
vista que a mesma exerce uma influência significativa na qualidade de vida, bem
como implicações na saúde sistêmica, ressalta Dra Sandra. A cárie esta
totalmente ligada ao consumo de açúcar. É necessário conscientizar os pais que
a diminuição do consumo de açúcar, a presença do flúor e a boa higiene bucal
são fundamentais para o controle da cárie.
De acordo com a
Dra Sandra, um método de diagnóstico deve ser suficientemente sensível para
detectar lesões de cáries não cavitadas, tanto no esmalte quanto na dentina,
permitindo assim o uso de medidas preventivas e evitando o posterior tratamento
invasivo. Um programa preventivo é de grande importância para o controle da
cárie, e as crianças que estão realizando tratamento ortodônticos devem ter cuidados
redobrados.
Durante sua
explanação, a Dra Sandra nos mostrou o que há de mais novo em matérias e
métodos para um bom planejamento de tratamento, prevenção e realização do
tratamento. Mais uma vez valeu muito estar presente em uma aula dela.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Por Uma Odontologia de Excelência
Acontece em São
Paulo, entre os dias 27 e 30 de janeiro de 2016, no Expo Center Norte, com
repercussão mundial, o maior evento da odontologia da América Latina, o 34 º
Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo-CIOSP.
Além do presidente Adriano
Forghieri, o CIOSP 2016 terá coordenação executiva de Waldyr Romão Junior e a
grade científica estará sob o comando de Renato Miotto Palo.
Esse evento é
voltado para todas as especialidades odontológicas. Com uma grade científica
repleta de bons profissionais, fica difícil optar qual curso assistir.
De acordo com a
organização, dois eventos ocorrerão paralelamente ao “Congressão”: o 2º Congresso de Estética Orofacial e o ENAT 2016 - 4º Congresso
Nacional de ASB e TSB. Ambos
possibilitarão o aprofundamento de assuntos atuais e de interesse dos
profissionais da área. Também será realizado o Encontro de Coordenadores de
Saúde Pública do Estado de São Paulo.
Na Feira
Odontológica estarão presentes mais de 160 expositores nacionais e de diversos
países, como: Argentina, Itália, Alemanha, Canadá, China, Paquistão, México,
Malásia, Israel, Holanda, Finlândia, E.U.A, Coreia, Dinamarca, Polônia,
Portugal, Rússia e Suíça.
No Congresso
anterior estiveram presentes mais de 60 mil congressista. Os números demonstram
e confirmam que este é o maior evento da América Latina e destaca a força da
classe odontológica.
Essa será uma
ótima oportunidade de aprimoramento profissional. Vamos?
Estarei lá e
espero voltar com novidades. Até breve.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
“A importância do Tratamento Restaurador Atraumático Modificado (ARTm) para Odontopediatria Brasileira”
Para quem já assistiu a Dra Lurdinha (Maria de Lourdes de Andrade Massara) não preciso nem dizer o quanto as suas aulas são motivadas pela paixão com que ela exerce a odontopediatria. A primeira vez que a assisti foi durante o Congresso Brasileiro de Odontopediatria, em Brasília. Saí de lá fascinada com o seu profissionalismo.
No Congresso deste ano, em Porto de Galinhas, ela falou sobre Tratamento Restaurador Atraumático Modificado (ARTm) e o quanto ele é importante para os odontopediatras.
Eu sempre digo o quanto é importante nos atualizarmos para podermos levar aos nossos pacientes o melhor tratamento, a melhor técnica. Há alguns anos, conversando sobre um paciente, com uma profissional que atende criança em minha cidade (São José do Rio Preto), ela queria saber qual técnica eu usei, pois ela não conhecia. Como pode uma pessoa atender crianças e não saber o que é ART, ARTm, CVDentus?
O ART foi primeiramente apresentado aos profissionais brasileiros numa conferência, durante o 5th World Congress on Preventive Dentistry, realizado na cidade de São Paulo, em 1995, ou seja, um ano após ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde.
Antigamente, o tratamento restaurador em crianças era realizado com anestesia, isolamento absoluto e uso de instrumento rotatório (motorzinho), mesmo que a criança não estivesse condicionada para o procedimento.
O termo Tratamento Restaurador Atraumático Modificado (ARTm) foi primeiramente utilizado no Brasil ao se desenvolver uma tese de doutorado na área de Odontopediatria, iniciada em 1998, e divulgada no meio científico quatro anos depois. Atualmente é uma proposta reconhecida e recomendada também pela Associação Brasileira de Odontopediatria e pelo Ministério da Saúde.
O Tratamento Restaurador Atraumático é menos invasivo, não há necessidade de aplicação de anestesia e isolamento absoluto, portanto, é ideal para o atendimento de crianças e principalmente das que precisam de condicionamento. No protocolo do ART o uso é exclusivo de instrumento manual para a remoção da cárie. No ARTm, podemos usar o instrumento rotatório para ter acesso a cavidade (apenas em esmalte) e instrumento manual na dentina e sem uso de anestesia.
De acordo com trabalho publicado em 2014, por Freitas, Santos, Fuks, Bezerra e Azeveso, o aumento dos procedimentos de ARTm resultou em uma significante redução de procedimento com envolvimento pulpar (tratamento de canal).
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Crianças podem “pegar” cárie?
Durante o
Congresso Brasileiro de Odontopediatria, a Profa. Dra Branca Heloisa de
Oliveira relatou que, segundo a Organização Mundial da Saúde, em pesquisa
realizada em 2010, a Prevalência de Cárie nas crianças aos 05 anos de idade é
de 53,4%. Nessa idade, uma criança brasileira possui, em média, 2,43 dentes com
experiência de cárie. Ainda segundo a pesquisa, 80% das lesões de cárie
permanecem sem tratamento.
Neste Congresso,
a Dra Branca veio para nos mostrar à reformulação do conceito de cárie. De
acordo com ela, não podemos dizer que a cárie é uma doença infecciosa, pois não
pode ser tratada com antibióticos. Trata-se de uma doença infecciosa endógena e
não é possível impedir a colonização da boca por micro-organismo envolvidos na
sua etiologia. Também devemos mudar o conceito sobre a transmissibilidade. A
doença não é transmissível, o que é transmitido é o micro-organismo (transmissão
horizontal e vertical), mas não a doença. Podemos ter o micro-organismo, mas
não desenvolver a doença.
O maior inimigo
da cárie é o açúcar. Na realidade devemos nos preocupar com a transmissão de
hábitos incorretos e não com a transmissão do micro-organismo da cárie.
Segundo a Dra Branca não existe um micro-organismo específico responsável pelo desenvolvimento da cárie. Não há como impedir ou controlar a transmissão, e não é possível prevenir ou controlar a doença eliminando os micro-organismos envolvidos na sua etiologia.
Segundo a Dra Branca não existe um micro-organismo específico responsável pelo desenvolvimento da cárie. Não há como impedir ou controlar a transmissão, e não é possível prevenir ou controlar a doença eliminando os micro-organismos envolvidos na sua etiologia.
De acordo com
Branshaw & Lynch, 2013 o Streptococcos Mutans é o que produz mais ácido do
que as outras espécies de streptococos e micro-organismos presentes na boca – acido
gênicos. Ele metaboliza grandes variedades de açucares e produz polissacarídeos
extracelulares (aumenta a espessura do biofilme e promove adesão).
A Dra relata,
que as formas eficazes de controle da cárie seriam o controle da ingestão de
açúcar e higiene bucal correta. Há comprovação eficaz de controle da doença em pré-escolares
que seriam o controle do açúcar e escovação com a presença de flúor.
De acordo com
trabalho publicado na Community Dental Health em 2004, existe maior chance de
uma criança com 06 anos de idade ou menos desenvolver cárie se a aquisição de Streptococcus
Mutans ocorrer precocemente, mas isso pode ser parcialmente compensado por
outros fatores como: boa higiene bucal e dieta saudável. Se houver um
equilíbrio, o desenvolvimento de cárie pode ser controlado.
Portanto
assoprar a comida do bebê e beijo na boca irá transmitir o micro-organismo da
cárie e para doença desenvolver há necessidade de uma alimentação rica em
açúcar e má higiene bucal. É muito importante para o controle da cárie a
redução no consumo de bebidas e alimentos açucarados. Estudos são consistentes
ao demonstrarem a existência de associação entre a saúde bucal da mãe e a saúde
bucal da criança.
É essencial que
os pais procurem orientação de um especialista para não passarem hábitos
incorretos que possam levar a criança a ter cárie. É de nossa responsabilidade
a saúde bucal de nossos filhos. Como eu sempre digo: Prevenção odontológica –
Uma Atitude Inteligente.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O Pré-natal Odontológico no Consultório Privado: da Gestante ao Neonato
Durante o Congresso Brasileiro de Odontopediatria, mais uma vez o Prof. Dr. Gabriel Politano nos mostrou a importância do pré-natal odontológico.
Muitas gestantes ainda têm receio de procurar o dentista durante o período gestacional, mas é necessário divulgar a importância de uma boa saúde bucal durante este período. É justamente por ela estar grávida que deve visitar um dentista. Alguns estudos demonstram que doenças na gengiva aumentam o risco de parto prematuro. Fazendo as visitas de controle, a gestante poderá evitar problemas e maiores desconfortos.
De acordo com Dr. Gabriel, durante a gestação não há necessidade de se iniciar um tratamento estético, mas quando há envolvimento de doença, devemos realizar o tratamento.
O professor ressalta o medo que muitas gestantes têm de tomar anestesia e de realizar um raio-X, mas se for necessário realizar um tratamento ela deverá se submeter tanto ao raio-X (com todas as normas de segurança adequadas) quanto a anestesia, sem receio.
A gestante deve procurar o dentista não apenas em caso de dor, mas também para receber orientações sobre cuidados com sua higiene bucal e a do bebê. Durante as consultas da gestante, devemos orientá-las com relação ao aleitamento materno e hábitos de sucção não nutritivos (dedo, chupeta) que, de acordo com o professor, devem ser removidos até os 02 anos de idade. A chupeta, por exemplo, se puder evitar o seu uso será melhor. Mas se a criança chupa chupeta ela não deve ser usada sem limites, não deve ser oferecida a todo o momento, apenas na hora de dormir.
Quanto às crianças que fazem uso da mamadeira os pais também precisam receber orientação para fazer o seu uso de forma correta.
O aleitamento, depois que a criança tiver já um dentinho na boca, deve ser evitado nas madrugadas. Mesmo que o aleitamento seja o materno, há necessidade de se fazer a higiene da boquinha. Muitas crianças que continuam mamando no peito por muito tempo, já se alimentam (papinhas, frutas, sucos e etc.).
Não há nada, até o momento, que comprove a necessidade de limpar a boquinha do bebê edêntulo (sem dentes), mas se a mamãe quiser, poderá limpar com uma gaze ou fralda umedecida em água filtrada. Quando o meu filho era bebê eu optei por limpar após cada mamada. Assim, eu evitava que ficasse aquele restinho de leite na boquinha dele.
Finalizando, o Dr. Gabriel ressaltou a importância de tranquilizarmos as mamães quanto a época da erupção dos dentinhos. As mães devem saber que os dentinhos não nascem na mesma época em todas as crianças. Algumas crianças no aniversário de um ano ainda não possuem nenhum dentinho, e isso é normal.
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