domingo, 15 de junho de 2014

“Eu sou a prova”

Nós somos a prova de que um mundo sem cáries pode ser possível.”
Meu objetivo não é fazer propaganda do produto, mas sim elogiar o comercial criativo e real da Colgate. Friso o “real”, pois hoje sabemos que é possível crescer sem cáries. Quem quiser pode visitar o link https://www.youtube.com/watch?v=5EapuM4zR9w
Há uma grande campanha envolvendo vários países, e pesquisadores do mundo inteiro, estou falando da “Aliança Para Um Futuro Livre De Cáries”. Essa ação já mereceu dois posts no blog, que você pode conhecer ou lembrar, nos links abaixo: http://anarosakuymjianalbieri.blogspot.com.br/2014/02/simposio-da-colgate-alianca-para-um.html

Há 22 anos iniciei a prevenção em meu consultório. É valioso e gratificante acompanhar essas crianças até a fase adulta, sem cáries.
Hoje tenho o imenso prazer em atender filhos dos meus “pequenos pacientes”, mais uma prova de que realmente a prevenção odontológica tem um resultado positivo.
É sempre bom ressaltar que, para termos um resultado satisfatório, é necessário que os pais abracem essa causa e façam sua parte em casa. É tão simples, basta disciplina ao controlar o consumo do açúcar, manter a higiene bucal correta e o acompanhamento com um odontopediatra.
Com profissionais capacitados do mundo inteiro envolvidos e com a conscientização dos pais, caminhamos para Um Futuro Livre Cáries.
Fico feliz em poder dizer que, muitos dos meus pacientes, “são a prova de que um futuro sem cáries é possível.”’


domingo, 11 de maio de 2014

University of FloridaCollege of Education



Tenho muitos sonhos... e acabo de realizar mais um!!!
Agradeço a Deus por ter escolhido a odontopediatria como profissão. Amo o que faço e sempre procuro me atualizar, para que possa fazer o melhor para os meus pequenos.
Procuro assistir cursos com professores nacionais  que são excelentes, e sempre acrescentam na minha vida profissional. E também cursos internacionais, para saber o que há de diferente ou novo. Há muito tempo tinha vontade de conhecer o departamento de odontopediatria de alguma Universidade fora do Brasil. Queria ver a estrutura, técnicas e protocolos, então comecei a pesquisar na internet.
Em 2010 tive a oportunidade de visitar os Estados Unidos e conhecer a Flórida. Adorei o estado e passei a pesquisar as universidades do local. Fiquei encantada com a Universidade de Gainsville. Em minha pesquisa, vi que era a única universidade pública do estado, reconhecida como uma das melhores do país, pela qualidade de seu programa educacional e compromisso com o serviço e assistência ao paciente. No ranking das universidades, está entre as cinco melhores do país.
Em uma incrível coincidência, tempos depois participei de um congresso e uma das palestrantes era Dra Mugayar, professora de odontopediatria na University of Florida College of Education. Ao final do evento fui conversar com ela e expor a minha vontade de visitar a Universidade. Dra. Mugayar foi muito prestativa e me explicou todo o procedimento para conseguir chegar até lá. E foi assim que cheguei até Gainsville, na Flórida.
A cidade gira em torno da Universidade. Fiquei totalmente encantada com o Campus, tudo muito organizado, limpo, com muitas árvores, um local aconchegante. Ao redor, muitas irmandades, como nos filmes americanos.
Meu destino era o Health Science Building, mais conhecido como Hospital Shands, que abrange as faculdades de odontologia, medicina, saúde pública, farmácia e enfermagem.
De acordo com Dra Mugayar, o Shands é um hospital geral atendendo pacientes de todas as idades e especialidades. É referência para diversos tratamentos médicos, inclusive câncer, pediatria e neonatologia. Há outras unidades do Hospital em cidades como Jacksonville.
A Universidade da Flórida oferece todos os cursos na área da saúde, educação, engenharia, etc. Tem 50 mil alunos.
Durante minha visita, em abril de 2014, eu fiquei na Robert E. Primosch Clinical Education Center, localizada no Hospital Shands, acompanhando o atendimento na Infant Oral Health Clinic, que  recebe bebês de zero a três anos, e adolescentes gestantes. Ela funciona desde 2012 e foi idealizada pela Dra Mugayar, que elaborou todo o protocolo de atendimento e é coordenadora. Durante o período que permaneci lá, a Dra Mugayar estava ausente, mas pediu que a Dra Peres me acompanhasse e esclarecesse qualquer dúvida. Fui muito bem recebida.
Tive o prazer em conhecer o Dr. Prismoch, que dá o nome a Clínica. Ele está lá há mais de 20 anos e praticamente iniciou o departamento de odontopediatria. Então, quando fizeram uma reforma, decidiram homenageá-lo dando o nome dele à Clínica. A estrutura é excelente e cresce a cada dia, o que me deixou admirada.
Assim que cheguei, a assistente da Dra Mugayar, Tanisha Gillians, me passou o material usado por eles e me explicou o andamento no dia a dia. Como todos que encontrei, ela foi muito solicita.
E então passei a acompanhar o atendimento do Dr. Gooch, ele é residente na clínica de bebês. Tem o dom para odontopediatria, sempre muito atencioso com as crianças e seus responsáveis. Tem o seu jeito de encantar e conquistar os pequenos pacientes “good job” ... ”give me five”.
Assim como no Brasil, muitos pais desconhecem os cuidados necessários para que a criança cresça sem cáries. Na primeira visita é feita uma ficha clínica da criança desde a gestação da mãe, idade de nascimento, tipo de parto, amamentação, alimentação, cuidados de higiene oral da família, histórico dental e da saúde geral da criança, histórico dental da família (pais e irmãos), e elaborado o risco de cárie da criança. É realizado exame clínico, profilaxia e aplicação de flúor. Os responsáveis recebem todas as orientações para darem continuidade à prevenção em casa e levam por escrito para que não esqueçam. A criança deve retornar depois de três meses e os responsáveis se comprometem, neste período, há cumprirem pelo menos três metas da prevenção em casa. De acordo com Dra Mugayar, eles nomearam de “Self Management Goals” porque eles (os responsáveis) escolhem o que acham que serão capazes de mudar primeiro, e ao mesmo tempo é parte de um modelo de motivação para atingir metas.
No Brasil ou nos Estados Unidos, muitas crianças choram na primeira consulta, o que é normal. Não estão sentindo dor, mas ficam com receio da situação desconhecida. O que achei bem diferente foi que os pais americanos são mais práticos do que nós. Talvez tive a sorte de apenas presenciar estas consultas, mas não vi o olhar “ai coitadinho”, que demonstra aquela vontade de tirar a criança da cadeira. Todas as crianças fizeram os procedimentos necessários programados para o dia.
Também tem crianças que chegam com dor, as que sofrem traumas dentários, que tem cárie, crianças que choram para realizar o tratamento. E  qual a diferença com a odontologia do nosso país?
A Universidade tem uma estrutura maravilhosa, mas nós somos bem mais conservadores quando vamos realizar um tratamento. Preservamos mais a estrutura dental, mantemos o dente na cavidade oral o maior tempo possível. Diferente de nós, lá é prática comum tratamentos com sedação e contenção, quando necessário.
Tive a oportunidade maravilhosa de conhecer essa Universidade e confesso que ficou um gostinho de quero mais. Se tiver uma nova chance voltarei para ficar um tempo maior, aliás, farei o possível para isso acontecer.
Parabenizo a Dra Mugayar pela estrutura e qualidade do serviço da Infant Oral Health Clinic.
Como diria Dr Gooch: “good job”.
Agradeço toda atenção que me foi dada.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Cárie Dentária na primeira infância: uma abordagem sobre transmissão vertical


Durante o Congresso de Odontologia para Gestantes, a Profa. Dra. Branca Heloisa de Oliveira apresentou o tema “Cárie Dentária na primeira infância: uma abordagem sobre transmissão vertical”. De acordo com ela, 80% das lesões de cárie no Brasil, em crianças pré-escolares, não são tratadas.

Branca cita que, a cárie é uma doença infecciosa endógena e não é possível impedir a colonização da boca por microrganismo envolvidos na sua etiologia. O que é comprovado é que, o açúcar é um fator determinante negativo para o desenvolvimento da cárie. Para evitarmos o desenvolvimento da doença, devemos fazer o controle do açúcar e uma boa higiene bucal, com pasta com flúor.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, aos cinco anos de idade, uma criança brasileira possui, em média, 2,43 dentes com experiência de cárie.

A cárie depende de biofilme dental (placa formada pela falta de higiene bucal) e da exposição frequente a açúcar, que silenciosa e progressivamente, dissolve os minerais dentais. (Tenuta, Chedid e Cury, 2012)

Se houver uma boa higiene bucal, e uma dieta saudável, o desenvolvimento da cárie pode ser controlado, mesmo que a criança possua o microrganismo da cárie.

Branca relata que, os achados são consistentes ao demonstrarem a existência de associação entre a saúde bucal da mãe e da criança. A mãe deve ter cuidado com a própria saúde bucal, além de orientação para a mudança de hábitos, assim transmitirá hábitos saudáveis aos filhos.

A especialista fez um breve resumo, baseado no bom senso, experiência clínica e o seu conhecimento acumulado:
1 - Todo fluoreto mantido de forma constante na cavidade bucal, tem potencial anticárie;
2 - Todo fluoreto absorvido durante o período de mineralização dentária, tem potencial de causar fluorose; e
3 - Crianças com até três anos de idade tendem a deglutir cerca de 50% do dentifrício usado na escovação.

Mais uma vez, chegamos a conclusão de que os pais precisam se conscientizar, que eles são fundamentais para que os filhos cresçam sem cáries. Hábitos alimentares e de higiene bucal corretos, com visitas ao dentista, tornam isso possível.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Inserção de gestantes é tema em Congresso de Odontologia


Legenda: Profa. Dra. Leila Maria C. P. Pinto; Prof. Dr Célio Pecinoto; Profa Dra. Maria Salete Nahas; e Profa. Dra. Maria Aparecida 

Durante o I Congresso de Odontologia para Gestantes, que aconteceu no mês de março, tivemos a oportunidade de ouvir diversos profissionais. Foi um encontro muito proveitoso. Um dos temas abordados foi “A realidade da inserção da gestante nos programas das clínicas de bebês da UEL, Fousp,USP Bauru e Unesp Araçatuba.”

Representando a UEL esteve presente a Profa. Dra. Leila Maria C. P. Pinto que iniciou agradecendo tudo que o Prof Dr. Luiz Valter realizou e ensinou nas clínicas para bebês. Em Londrina, a Bebê Clínica tem integração com o serviço público municipal. Desde 1994 ouve a implantação da assistência odontológica a gestante. Atualmente está sendo implantada a Rede Cegonha, que é um projeto do governo federal, juntamente coma Rede Mãe Paranaense que é um projeto do governo estadual.

O Prof. Dr. Célio Percinoto, que representou a Unesp Araçatuba,  relatou que na cidade existe a clínica para bebês e uma clínica para gestantes. E disse que temos que trabalhar de uma forma integrada: equipe odontológica, paciente, equipe multidisciplinar e família. Para ele, a gestação é o momento ideal para estabelecimentos de bons hábitos. A gestante encontra-se receptiva em adquirir novos conhecimentos e a mudar padrões que terão influências no desenvolvimento da saúde bucal do bebê.

A querida Profa Dra. Salete Nahas, representando a USP São Paulo, relatou que a bebê clínica não tem vínculo com a gestante. As futuras mamães recebem o atendimento na clínica integrada. Ela reforçou que não dá mais para esperar o ginecologista obstetra indicar a gestante para os cuidados de um dentista. A saúde e o bem-estar da gestante são fundamentais para o desenvolvimento do bebê.  Há a necessidade da interação de diversos profissionais para se alcançar o objetivo: obstetra, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, clínico geral e o dentista.

A Profa Dra. Maria Aparecida, em nome da USP Bauru, ressaltou que a odontopediatria é a área da odontologia que realmente pode trabalhar com a promoção da saúde. O odontopediatra constrói o sorriso da criança, juntamente com os seus pais.

De acordo com a Dra. falta comunicação com a população, para que realmente a odontopediatria seja valorizada, para que os pais se sensibilizem e levem seus filhos ao consultório e eles possam crescer sem cáries. A odontopediatria oferece qualidade de vida. Ela acredita que, é complexo criar cultura para remover o biofilme dentário (placa). Não é difícil removê-lo, mas sim convencer os pais que isso é fundamental para uma geração sem cárie.

A Dra Cidinha, como é carinhosamente chamada, relembrou os últimos 25 anos da odontopediatria.O que aconteceu de relevante?
- Na década de 80 - Odontologia Intrauterina com a Profa Dra. Flávia Konishi
- Odontologia para Bebês - desde março de 1986. Início na Universidade Estadual de Londrina com o Prof. Luiz Walter. “Educar prevenindo. Prevenir educando.”

A conclusão foi que há a necessidade de um protocolo para o atendimento da gestante. A Profa.  Dra. Sandra Echeverria ficou responsável por manter contato com os demais palestrantes dando inicio a este protocolo.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Gabriel Tilli Politano: o pot-pourri da odontologia para gestantes


Infelizmente, muitas pessoas, incluindo profissionais da saúde, ainda acreditam que a gestante não pode se submeter a um tratamento odontológico necessário, e que também não é importante ela receber orientação para os cuidados de sua boca e do bebê.

Os mitos em torno do assunto gestante – consultório odontológico e gestante - dentes fracos, ainda predominam. É difícil desmistificar.

Realmente existem alguns problemas bucais que podem ser relacionados à gestação, como por exemplo, o granulona gravídico, mas associar a perda de dentes com a gestação é um erro. Não é a gestação que faz perder dentes, mas sim a falta de cuidados com a saúde bucal durante este período.

De acordo com o prof. Gabriel Tilli Poliano, uma pesquisa realizada em 2008 por Politano e Pelligrinette com 200 gestantes, com a seguinte pergunta: seu médico a encaminhou para um cirurgião-dentista?, mostra uma triste realidade: 184 não receberam encaminhamento.

Como mudar essa mentalidade? Como trabalhar a parceria obstetra-dentista? Como chegar à população e desmistificar o necessário entre gestante e dentista?

Acredito que devemos ser persistentes e esse será um trabalho que exigirá paciência, mas que no final terá um resultado tão positivo como ocorreu com a clínica de bebês.

Durante o curso, o prof. Gabriel nos passou todos os cuidados necessários em relação às gestantes no consultório odontológico. Para aqueles que se interessaram pelo assunto a dica é ler “Tratamento Odontológico para Gestantes” de Sandra Echeverria e Gabriel Tilli Politano. Neste livro poderão encontrar todas as orientações necessárias para o tratamento odontológico da gestante.

A vida intrauterina e os aspectos de interesse da odontopediatria


No “I Congresso Brasileiro de Odontologia para Gestantes” não poderia faltar a Profa. Dra. Flávia Konishi, já que foi quem iniciou, no Brasil os estudos e divulgação da importância da odontologia para gestantes. Durante o evento ela iniciou sua explanação com a seguinte pergunta: saúde e educação, a partir do nascimento, ou antes?
           
De acordo com a Dra. Flávia não devemos desprezar a importância da hereditariedade, mas estudos demonstram que a influência genética parece ter um papel menos significativo quando comparados com fatores adquiridos (meio ambiente, nutrição, estado de saúde e doença, poluentes intrauterinos, doenças de toxinas”.

Alguns dos fatores adquiridos, que podem interferir na formação e desenvolvimento da dentição do bebê, que podemos citar, são: fármacos, tabagismo, álcool, doenças, desnutrição, radiação e poluição intrauterina. 

Segundo Flávia Konishi, o acompanhamento da mulher durante a gestação, do ponto de vista da odontologia, tem como objetivo promover ou resgatar a saúde bucal por meio de medidas preventivas ou educativas, possibilitando que a grávida tenha uma microbiota bucal compatível com saúde, minimizando assim, o risco de transmissão vertical de microorganismos patogênicos da mãe para a criança.

O estágio pré-natal é uma oportunidade ímpar para a prevenção primária de problemas, inclusive os odontológicos. Nessa fase temos um momento especial para educar e estabelecer ações para prevenir e minimizar tais problemas. Flávia ressalta que, a gravidez é um momento único na vida da mulher, acompanhada por uma variedade de alterações fisiológicas, hormonais e anatômicas que podem afetar a saúde oral.

O dentista não deve negar tratamento odontológico pelo fato da mulher estar grávida, ele deve, sim, ajudar essa gestante manter a saúde bucal durante toda a gestação.  O profissional também deve motivar e educar a futura mamãe para que ela possa cuidar melhor da saúde bucal de seu filho. Dessa maneira a criança terá maior chance de nascer e crescer com saúde bucal, sem ter que se submeter a tratamentos odontológicos restauradores.
            
Flávia, no final, colocou o resultado da pesquisa “A gestante no consultório odontológico: como, quando e por quê?” que foi realizada por mim, tendo ela como orientadora.
            
Foram entrevistadas 372 gestantes. 1 – Não faz parte da rotina dos obstetras a orientação da gestante sobre a importância da saúde bucal; 2 – Foi grande o número de gestantes com problemas bucais e, apesar disso, a visita ao dentista foi pouco frequente; 3 – Muitas gestantes acreditam em mitos e crenças e não procuram atendimento com medo de prejudicar o bebê. Os resultados demonstram necessidade de ações educativas em saúde bucal.
            
Agradeço à Profa. Dra. Flávia Konishi, por tudo que me ensinou sobre a Odontologia para Gestantes. Se algum profissional da área de saúde tiver interesse em aprofundar sobre o assunto, haverá na APCD de Araraquara, nos dias 08, 09 e 10 de maio, o “Curso Intensivo de Capacitação em Odontologia Intrauterina e da Primeira Infância”.

            
Flávia é coordenadora do curso e haverá a participação de Gabriel Tilli Politano (odontopediatra) e Andrea Toci Dias (psicóloga). Eu já participei e indico. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

“Tratamento Odontológico para Gestantes” lança segunda edição


LEGENDA DA FOTO - Eu e os autores Sandra Echeverria e Gabriel Tilli Politano.

Durante o “I Congresso Brasileiro de Odontologia para Gestantes” foi lançado a segunda edição do livro “Tratamento Odontológico para Gestantes”, de Sandra Echeverria e Gabriel Tilli Politano.

Quando comecei a me interessar e aprofundar meus estudos em relação à odontologia para gestantes, depois de realizar o curso da Flávia Konishi, em Araraquara, adquiri a primeira edição deste livro. Sempre indiquei para amigos que se interessam pelo assunto.

Agora, acabo de adquiri a segunda edição e tenho certeza que será de grande ajuda a nós, profissionais, como foi a primeira edição.

Já havia assistido cursos de Gabriel Tilli Politano e o admiro. Tive a oportunidade de ouvir, neste Congresso, Sandra Echeverria, e adorei.

Desejo sucesso aos dois e tenho a certeza que a segunda edição deste livro também se esgotará, como a primeira.